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Título
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Fundo Camilo Leoncio Ribeiro (FCLR)
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Descrição do acervo
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Documentos pessoais, nomeações, cartas e textos de sua autoria; O acervo foi uma doação permenente pelo filho do titular;
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Datas limite
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1928-1980
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Histórico do Titular
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Camilo Leoncio Ribeiro nasceu em Curaçá, na Bahia, em 14 de maio de 1908, faleceu dia 9 de fevereiro de 1973 em Passo Fundo/RS Quando jovem, participou de grupos organizados que propunham combater Virgulino Ferreira, o Lampião. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1928, onde trabalhou no Ministério da Agricultura como Guarda Sanitário da Indústria Pastoril. Em 1930, foi nomeado pelo presidente Getúlio Vargas para a função de fiscal do Ministério da Agricultura, na Divisão de Inspeção de produtos de origem animal. Nessa ocasião, transferiu-se para Santana do Livramento (RS) e depois para Passo Fundo em 1950, onde foi um dos fundadores do Frigorífico Z. D. Costi em 1954. Também foi membro da Academia Passo-Fundense de Letras. Na Vila Graciosa, no bairro Ricci aqui em Passo Fundo, há uma rua em sua homenagem - antiga rua Bandeirantes até 1974, quando passou a ter a denominação atual.
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Composição, organização e localização
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O acervo é composto por documentos pessoais como título de eleitor e identidade, certidão de reservista, nomeações, salvo-conduto, cartas pessoais para familiares, processos sobre revisão de tempo de serviço, textos de sua autoria e recortes de jornal. Os documentos estão organizados por tipologia, documentos pessoais, documentos profissionais + salvo conduto, processos Camilo Leôncio Ribeiro, cartas/ ofícios, textos, sonetos, recorte de jornal, discurso.
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Conteúdos relacionados
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Presenciou a atuação trágica do cangaço, fato histórico que trouxe tanta infelicidade, ensangüentando o sertão nordestino, onde sua família estava empenhada em guerrilhas ferozes contra o célebre Lampião (Virgolino Ferreira da Silva - 1900-1938, que ingressou no bando com 18 anos) e seus comandados, que espalhavam o terror na região da Bahia, Sergipe e Ceará. A luta começou em 26 de agosto de 1926, quando dois tios de Camillo foram assassinados pelos cangaceiros, na localidade de Chorrochó e se prolongou por alguns anos, sempre violenta, até que foi eliminado o último implicado no crime de seus tios. (Santina Rodrigues Dal Paz, 2006)
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