Coleção Família Borges Fortes (CFBF)
Elemento de conjunto
- Classe de recurso
- Collection
- Título
- Coleção Família Borges Fortes (CFBF)
- Descrição do acervo
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A coleção é conformada por itens oriundos dos arquivos e das bibliotecas de Gabriel Pereira Borges Fortes e de Márcio Túlio Borges Fortes, pai e filho, englobando cartas, cadernos, cartões, processos, carteiras profissionais, anotações, recibos comerciais, fotografias, álbuns, quadros, cristais, porcelanas, livros, jornais e revistas. O conjunto não se restringe aos arquivos pessoais de pai e filho, englobando documentos produzidos e acumulados por outros membros da família, variando em volume.
Histórico da Coleção
Com a inauguração da sede própria, em 2017, o IHPF passou a custodiar os itens que estavam em comodato com o AHR, além de outros acervos, destacando-se os itens bibliográficos de Gabriel Borges Fortes, doados pelo então presidente Fernando Miranda, após a aquisição feita junto à neta de Borges Fortes, Márcia Cristine. Em 2016, os livros foram entregues ao IHPF, para que fosse feita a catalogação dos volumes, trabalho que durou até meados de junho daquele ano. Em 2018, após a organização da sede, foram incorporados à Coleção Borges Fortes aproximadamente 2.600 exemplares de jornais, datados entre 1822 e a década de 1990, incluindo, entre eles, diversos números do espólio de Apolinário Porto Alegre. Em 2023, a Coleção foi, novamente, ampliada, após a incorporação de itens que estavam com os irmãos Márcio Túlio e Tito Lívio Borges Fortes, ambos falecidos em 2022. Após contato com a família, foi adquirida, por compra, a biblioteca de Márcio Túlio, que estava no apartamento visitado em 2018. Além disso, foi recebida a doação de três caixas de livros e documentos que estavam no apartamento de Tito Lívio, sendo que o volume maior era de documentos relacionados a Antonio de Vasconcellos. A transferência dos itens aconteceu em 25 de maio de 2023, de Porto Alegre a Passo Fundo. Foram incorporadas 35 estantes de metal, preenchidas com obras de diversas temáticas, além de 82 caixas de arquivo e diversos objetos, incluindo peças de cristal e porcelana. Em virtude da ausência de espaço para armazenar todos os itens, foram feitas triagens na biblioteca, a partir do descarte de obras literárias, sobretudo romances policiais, em versões nacionais e estrangeiras. Os critérios utilizados para a seleção foram a data de publicação, obras recentes e best-sellers foram doados para a Biblioteca Municipal, enquanto obras editadas em língua estrangeira foram entregues ao curso de idiomas mantido pela Prefeitura Municipal. Em novembro de 2024, foi incorporado mais um lote de itens à Coleção. Após tratativas do IHPF com a família de Márcio Túlio, foram adquiridas mais 26 caixas de livros que estavam em seu apartamento, material que ainda não foi disponibilizado pelo IHPF para consultas. No momento (2025), toda a documentação está aguardando catalogação, tendo sido feita apenas a higienização mecânica dos livros recebidos em 2023. - Datas limite
- 1802- 2007
- Titular do acervo
- Gabriel Pereira Borges Fortes
- Histórico do Titular
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Gabriel Pereira Borges Fortes nasceu em 4 de março de 1920, em Venâncio Aires/RS, filho de Ernani de Vasconcellos Borges Fortes (1896-1961) e Jenny Pinós Pereira (1897-1983). Sua mãe, por sua vez, era filha de Petronilha Chaves Pinós (1872–1950) e de Rufino José Pereira (1865-1947), fazendeiro, tenente-coronel da Guarda Nacional, um dos líderes do Partido Republicano Rio-Grandense (PRR) em Venâncio Aires e alferes do 2º Batalhão de Infantaria da Brigada Militar, tendo atuado durante a Revolução Federalista (1893-1895). Já seu pai, Ernani Borges Fortes, era filho de Gaspar Borges Fortes (1865-1918) e Anna Cândida de Vasconcellos (1871-1954), e neto, pela parte paterna, do coronel João Pereira da Silva Borges Fortes, “o genearca” da Família Borges Fortes , e, pela parte materna, de Antonio da Silva Vasconcellos, comerciante português radicado no Rio Grande do Sul na segunda metade do século XIX. Borges Fortes casou-se com Jandira Coelho da Silva, tendo quatro filhos: Márcio Túlio, Tito Lívio, Marco Aurélio e Tirzá Maria.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Borges Fortes atuou em diversas comarcas gaúchas a partir da década de 1950, inclusive em Porto Alegre, até sua aposentadoria. Na década de 1960, passou a integrar o corpo docente da UFRGS, onde desenvolveu pesquisas sobre a imprensa sul-rio-grandense e participou ativamente do Círculo de Pesquisas Literárias (CIPEL). Nesse processo, adquiriu e trocou obras literárias e periódicos com colegas, incorporando esses itens à sua coleção pessoal. Durante mais de quatro décadas, também foi o guardião de um significativo conjunto documental gerado e mantido por seus antepassados. Ao falecer, em 4 de setembro de 2006, em Porto Alegre, deixou aos seus descendentes um acervo amplo e heterogêneo, parte do qual está no Instituto Histórico de Passo Fundo. - Composição, organização e localização
- O acervo está dividido em 25 estantes metálicas e 86 caixas arquivo, tendo catalogados 2.600 números de jornais e 1.400 livros. Atualmente, 26 caixas de livros aguardam o tratamento.
- Conteúdos relacionados
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Ministrou as disciplinas de Direito e Ética da Informação no Departamento de Comunicação, nos cursos de jornalismo, relações públicas e publicidade propaganda da Faculdade De Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. Integrou a comissão Hipólito José da Costa constituída pela Associação Rio-grandense de Imprensa, por ocasião do transcurso do bicentenário do nascimento e do sesquicentenário da morte do patrono da imprensa brasileira.
Títulos, prêmios e honrarias
Foi ainda o primeiro presidente e um dos fundadores da Associação Literária Lagoense, de Lagoa Vermelha. - Para mais informações acesse Projeto Passo Fundo;
- Direitos de reprodução
- Acervo protegido pela Lei 9.610/98. Proibida a reprodução para fins comerciais sem a autorização dos detentores legais do direito. A reutilização deste conteúdo é livre e gratuita devendo ser mencionado o IHPF como fonte de referência, na seguinte forma: Acervo Instituto Histórico de Passo Fundo. Se o item pertencer a alguma coleção/fundo, o nome também deve ser citado.
- Accrual Policy
- DjovanC
- Date Submitted
- 16/09/2025
- Hierarchies
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Coleções
- Coleção Cláudio de Souza Della Méa (CCSD)
- Coleção CTG Lalau Miranda (CCTGLM) (192 items)
- Coleção Danilo Loureiro Zimmermann (CDLZ) (504 items)
- Coleção Deisi Fanfa (CDF) (55 items)
- Coleção Fabiana Beltrami (CFB) (1 item)
- Coleção Família Borges Fortes (CFBF) (323 items)
- Coleção Firmino Chagas Costa (CFCC) (29 items)
- Coleção Gilberto Rocca da Cunha (FGRC)
- Coleção Heleno Alberto Damian (CHAD) (506 items)
- Coleção Igor Schneider Calza (CISC) (1413 items)
- Coleção Instituto Histórico de Passo Fundo (CIHPF) (1588 items)
- Coleção Ivanio Susin (CIS) (25 items)
- Coleção Leonardo Kullmann Arbrer (CLKA) (38 items)
- Coleção Leonildo Almerim Duda (CLAD) (42 items)
- Coleção Luiz Soldatelli Netto (CLSN) (52 items)
- Coleção Marco Antonio Damian (CMAD) (200 items)
- Coleção Marilia Bernardon (CMB ) (27 items)
- Coleção Paulo Giongo (CPG) (172 items)
- Coleção Pedro Ari Verissimo da Fonseca (CPAVF) (30 items)
- Coleção Raul de Lima Langaro (CRLL) (16 items)
- Coleção Ruy Pitthan (CRP) (1783 items)
- Coleção Sinval Bernardon (CSB) (191 items)
- Coleção Tania Mariza Kuchenbecker Rosing (CTMKR) (769 items)
- Coleção Telmo Dossa (CTD) (455 items)
Itens
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Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Paraná Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Vista da Ponte São João A Ponte São João de Morretes destaca-se pela engenharia ousada e durabilidade centenária. Integrada à paisagem da Serra do Mar, oferece vista panorâmica e permanece como testemunha histórica da evolução ferroviária e da harmonia entre técnica e natureza. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Gabriel Pereira Borges Fortes bacharelou-se em Direito em 1949, juntamente com outros 40 alunos, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. -
Estrada de Ferro do Paraná A Estrada de Ferro Central do Paraná liga Apucarana a Ponta Grossa e foi planejada na década de 1960 para integrar o norte do estado à malha ferroviária nacional. Sua construção facilitou o escoamento da produção agrícola do Paraná, do oeste paulista e do então Mato Grosso, criando um acesso mais curto, seguro e eficiente ao porto de Paranaguá. -
Estrada de Ferro do Paraná Estrada de Ferro do Paraná. A Estrada de Ferro Central do Paraná liga Apucarana a Ponta Grossa e foi planejada na década de 1960 para integrar o norte do estado à malha ferroviária nacional. Sua construção facilitou o escoamento da produção agrícola do Paraná, do oeste paulista e do então Mato Grosso, criando um acesso mais curto, seguro e eficiente ao porto de Paranaguá -
Vista Túnel do Cadeado A Serra do Cadeado é um complexo montanhoso localizado na região Norte do estado do Paraná, Brasil, caracterizado por sua paisagem acidentada e relevância natural. -
Vista do Morro do Marumbi O Conjunto Marumbi, no Paraná, é uma cadeia montanhosa de difícil acesso, formada por diversos picos como o Olimpo, seu ponto mais alto. A região destaca-se pela imponência natural e por desfiladeiros formados por diques de diabásio, marcando sua paisagem singular. -
Estrada de Ferro Paraná Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Paraná Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba. Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba. Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada de Ferro Paraná Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Vista da cidade Vista da cidade, árvores e edifícios. Local não identificado. -
Ponte da Estrada de Ferro sobre o Rio Iguaçu A Ponte da Estrada de Ferro sobre o Rio Iguaçu integra a Estrada de Ferro Paranaguá- Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, responsável por ligar o litoral à capital do Paraná. O rio Iguaçu, maior curso de água do estado e importante afluente do rio Paraná, forma-se a partir do encontro dos rios Iraí e Atuba, na porção leste de Curitiba, próximo aos municípios de Pinhais e São José dos Pinhais. -
Vista de rua com pedestres Vista de rua com pedestres, árvores e um edifício. Local não identificado. -
Vista geral da cidade Vista geral da cidade, local não identificado. -
Palmeiras na Serra Palmeiras na Serra. -
Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba Locomotiva na Estrada de Ferro Paranaguá Curitiba. Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Vista parcial de edifício entre árvores Vista parcial de edifício entre árvores. -
Solenidade de declaração de Aspirante A imagem registra o momento da solenidade, com Nilinha, de costas, colocando a espada de Gabriel ao talabarte, gesto simbólico que antecede ou acompanha o ato oficial de sua declaração como Aspirante a Oficial. A fotografia está relacionada ao período em que Borges Fortes cursava o terceiro ano do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). No período de 1943, Borges Fortes realizava o estágio regulamentar no 7º Batalhão de Caçadores, sendo posteriormente promovido a 2º Tenente de Infantaria. A formação militar ocorria em um contexto de intensa preparação para a guerra, influenciado pela Segunda Guerra Mundial, com curso concentrado em três anos, sem férias, e instrução contínua ao longo da semana, desde a madrugada até o período da manhã. -
Vista urbana com edifícios e arborização Vista urbana com edifícios e arborização. -
Estrada de Ferro Central do Paraná A Estrada de Ferro Central do Paraná liga Apucarana a Ponta Grossa e foi planejada na década de 1960 para integrar o norte do estado à malha ferroviária nacional. Sua construção facilitou o escoamento da produção agrícola do Paraná, do oeste paulista e do então Mato Grosso, criando um acesso mais curto, seguro e eficiente ao porto de Paranaguá. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Estrada da Graciosa Estrada da Graciosa (PR-410), antiga rota dos tropeiros, ligando o município de Quatro Barras às cidades de Antonina e Morretes, no litoral do Paraná. Com 28,5 km de extensão, a rodovia atravessa um dos trechos mais preservados da Mata Atlântica, na Serra do Mar, caracterizado por floresta tropical densa e riachos naturais. -
Estrada da Graciosa Estrada da Graciosa (PR-410), antiga rota dos tropeiros, ligando o município de Quatro Barras às cidades de Antonina e Morretes, no litoral do Paraná. Com 28,5 km de extensão, a rodovia atravessa um dos trechos mais preservados da Mata Atlântica, na Serra do Mar, caracterizado por floresta tropical densa e riachos naturais. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Balneário Osvaldo Cruz Balneário Osvaldo Cruz, localizado em Iraí (RS), complexo termal inaugurado em 1935 sobre fonte de água mineral alcalina e termal, em homenagem ao sanitarista Osvaldo Cruz. Projetado na década de 1930, destaca-se pela arquitetura em concreto armado de formato cilíndrico, inspirada nas arenas romanas, e pelo pioneirismo na crenoterapia, sendo considerado à época o mais moderno da América Latina. Suas águas, a 36,5 °C, são reconhecidas internacionalmente por suas propriedades terapêuticas, premiadas com medalha de ouro em 1930, na Espanha. -
Estrada da Graciosa Estrada da Graciosa (PR-410), antiga rota dos tropeiros, ligando o município de Quatro Barras às cidades de Antonina e Morretes, no litoral do Paraná. Com 28,5 km de extensão, a rodovia atravessa um dos trechos mais preservados da Mata Atlântica, na Serra do Mar, caracterizado por floresta tropical densa e riachos naturais. -
Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá Estrada de Ferro Paranaguá–Curitiba, ferrovia construída entre 1880 e 1885 por Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, ligando o litoral à capital do Paraná. Com 110 km de extensão, possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos e dez estações intermediárias. Atualmente, é operada pela Rumo Logística para transporte de cargas e conta com trem turístico operado pela Serra Verde Express. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes. -
Retrato de Antônio da Silva Vasconcellos Retrato de Antônio da Silva Vasconcellos, era casado com Emerenciana Pereira de Vasconcellos e foi pai de Ana Cândida Vasconcellos Borges Fortes. -
Fotografia de grupo em cerimônia de entrega das espadas Fotografia registrada durante a cerimônia de entrega das espadas, realizada por ocasião da declaração de aspirantes a oficial da reserva. A fotografia está relacionada ao período em que Borges Fortes cursava o terceiro ano do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). A imagem foi registrada no logo após a entrega da documentação e da declaração de aspirante, em 25 de abril de 1943, em Porto Alegre. Nesse período, Borges Fortes realizava o estágio regulamentar no 7º Batalhão de Caçadores, sendo posteriormente promovido a 2º Tenente de Infantaria. A formação militar ocorria em um contexto de intensa preparação para a guerra, influenciado pela Segunda Guerra Mundial, com curso concentrado em três anos, sem férias, e instrução contínua ao longo da semana, desde a madrugada até o período da manhã. -
Retrato de família de Bento da Silva Vasconcelos, Ana Joaquina Vasconcelos e a filha Carolina Retrato de família de Bento da Silva Vasconcelos, Ana Joaquina Vasconcelos e a filha Carolina. A imagem insere-se na linhagem familiar de origem portuguesa, sendo Bento filho de Antônio da Silva e Márcia Thomasia da Silva. O casal foi pai de Antônio da Silva Vasconcelos (também conhecido como Antônio de Vasconcelos), que se estabeleceu posteriormente no Brasil e foi pai de Ana Cândida Vasconcelos Borges Fortes. A fotografia documenta um dos primeiros elos da genealogia da família Vasconcelos–Borges Fortes, cuja descendência se estende até Gabriel Pereira Borges Fortes e seus filhos. -
Retrato de Mauro Fichtner Pereira Retrato de Mauro, aos quatro meses de idade, primo de Petronilha Pereira e Gabriel Borges Fortes. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes com João Pedroso e João Arnt Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes com João Pedroso e João Arnt. Fotografia registrada no Clube do Comércio, em Porto Alegre, momentos antes do banquete oferecido ao General Valentim Benício da Silva, comandante da Região. Da esquerda para a direita, identificam-se João B. Pedroso, Gabriel Pereira Borges Fortes, João Arnt Jaeger e Osvaldo Lavigne. A imagem é datada de 26 de abril de 1943. -
Retrato de Gabriel Borges Fortes e de sua irmã, Petronilha Retrato de Gabriel Borges Fortes e de sua irmã, Petronilha. A fotografia está relacionada ao período em que Borges Fortes cursava o terceiro ano do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). A imagem foi registrada no campo do Esporte Clube Internacional, logo após a entrega da documentação e da declaração de aspirante, conforme anotação manuscrita no verso, datada de 25 de abril de 1943, em Porto Alegre. Nesse período, Borges Fortes realizava o estágio regulamentar no 7º Batalhão de Caçadores, sendo posteriormente promovido a 2º Tenente de Infantaria. A formação militar ocorria em um contexto de intensa preparação para a guerra, influenciado pela Segunda Guerra Mundial, com curso concentrado em três anos, sem férias, e instrução contínua ao longo da semana, desde a madrugada até o período da manhã. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes em sua infância, nasceu em 4 de março de 1920, em Venâncio Aires/RS, filho de Ernani de Vasconcellos Borges Fortes (1896-1961) e Jenny Pinós Pereira (1897-1983). -
Retrato de Clélia Coelho Retrato de Clélia Coelho, esposa de Dr. Lauro Leitão. -
Retrato de José Loy e sua esposa Velsinha Martins Retrato de José Loy e sua esposa Velsinha Martins. -
Retrato de figura masculina Retrato de figura masculina não identificada. -
Retrato de Gabriel Borges Fortes Retrato de Gabriel Borges Fortes. A fotografia está relacionada ao período em que Borges Fortes cursava o terceiro ano do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). No período de 1943, Borges Fortes realizava o estágio regulamentar no 7º Batalhão de Caçadores, sendo posteriormente promovido a 2º Tenente de Infantaria. A formação militar ocorria em um contexto de intensa preparação para a guerra, influenciado pela Segunda Guerra Mundial, com curso concentrado em três anos, sem férias, e instrução contínua ao longo da semana, desde a madrugada até o período da manhã. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes em sua infância, nasceu em 4 de março de 1920, em Venâncio Aires/RS, filho de Ernani de Vasconcellos Borges Fortes (1896-1961) e Jenny Pinós Pereira (1897-1983). -
Retrato de Giuseppe Garibaldi Retrato de Giuseppe Garibaldi, reprodução feita à mão. Giuseppe Garibaldi foi um revolucionário italiano do século XIX, conhecido por lutar pela unificação da Itália. Ele participou de guerras e movimentos revolucionários tanto na Europa quanto na América do Sul. No Brasil, lutou na Revolução Farroupilha, ao lado dos rebeldes do Rio Grande do Sul. Garibaldi defendia ideais de liberdade, igualdade e república. Por sua atuação em vários países, ficou conhecido como o “Herói de Dois Mundos”. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes, foto tirada no escritório do mesmo, em seu apartamento na Rua Sarmento Leite, 951, Centro Histórico em Porto Alegre. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes, foto tirada no escritório do mesmo, em seu apartamento na Rua Sarmento Leite, 951, Centro Histórico em Porto Alegre. -
Retrato familiar Retrato de Tito Lívio, Gabriel, Marco Aurélio e Márcio Túlio. -
Recorte de Jornal – Correio do Povo Recorte de jornal – Correio do Povo. Texto que registra atos administrativos da Justiça Estadual, informando a indicação, por critério de antiguidade, de juiz para vaga de 4ª entrância na capital, bem como a expedição de portarias do Tribunal de Justiça com designações de magistrados para a instalação e o exercício de novas varas judiciais em diferentes comarcas, além de substituição temporária de juiz titular. -
Retrato de Tomás José Pereira Retrato de Tomás José Pereira, Tenente - Coronel do exército da República Rio - Grandense. Pai de Rufins vô de Gabriel. -
Retrato de Dr. João Pereira da Silva Borges Fortes Retrato de Dr. João Pereira da Silva Borges Fortes o General. -
Retrato do Natal de 1931 Retrato do Natal de 1931, na casa antiga casa da Vó de Gabriel e Nilinha. -
Retrato de Alferes Rufino Tómas Pereira Retrato de Alferes Rufino Tómas Pereira, vô de Gabriel. -
Retrato de Antonio da Silva Vasconcellos Retrato de Antonio da Silva Vasconcellos. -
Retrato de Gabriel Pereira Borges Fortes Retrato de Gabriel Borges Fortes. A fotografia está relacionada ao período em que Borges Fortes cursava o terceiro ano do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR). No período de 1943, Borges Fortes realizava o estágio regulamentar no 7º Batalhão de Caçadores, sendo posteriormente promovido a 2º Tenente de Infantaria. A formação militar ocorria em um contexto de intensa preparação para a guerra, influenciado pela Segunda Guerra Mundial, com curso concentrado em três anos, sem férias, e instrução contínua ao longo da semana, desde a madrugada até o período da manhã. -
Retrato de Ernani Vasconcellos Borges Fortes Retrato de Ernani Vasconcellos Borges Fortes, pai de Gabriel. -
Retrato de militar montado a cavalo Retrato de militar não identificado montado a cavalo, no acampamento em Canoas, em 14 de abril de 1943.