Coleções
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Coleção Sinval Bernardon (CSB) O acervo é composto por fotografias, recortes de jornal, panfletos, correspondências e cópias de processos e de atas. Os documentos dizem respeito, sobretudo, ao período em que Sinval Bernardon foi Secretário Municipal de Agricultura e Comércio (SEMAICO), na gestão Wolmar Salton - Firmino Duro. -
Coleção Tania Mariza Kuchenbecker Rosing (CTMKR) Documentos relacionados às famílias Rosing, Kuchenbecker, Schleder e Ronchi, fotografias da cidade de Passo Fundo, objetos e itens relacionados a sua trajetória profissional e acadêmica. -
Fundo Welci Nascimento (FWN) Documentos diversos, recortes de jornais, originais de publicações. -
A CIGARRA Revista de atualidades -
A DEFESAA Defesa passou a circular em 25 de agosto de 1935. Órgão semanal dirigido por Mansur Sfair e tendo como gerente interino Hugo Lima (ON nº 2.189, de 26- 08-35). Matriculada em 31 de agosto de 1935, a Empresa Jornalística A Defesa registrou como diretor Mansur Sfair e gerente Lodovico Della Méa. Os demais sócios solidários eram os seguintes: Dom Antonio Reis (Bispo Diocesano de Santa Maria), Octacílio Ribas Vieira, Guilherme Gandenzi, Ernesto Busato, Emílio Stigler, João A. Miotto, Lourenço Laner e Hugo Loureiro Lima. A 26 de dezembro de 1935 Mansur Sfair foi substituído por Attilio Della Méa. “Órgão da Defesa social” e filiado à Associação dos Jornalistas Católicos, formato era 33 x 48 e imprimia-se nas oficinas da tipografia A Independência. Em 1937 publicava-se aos sábados e a redação e a oficina tinham como endereço, respectivamente, a Praça da República nº 15 e a Rua Uruguai, esquina Praça Tamandaré, casa própria (Matrícula, Livro B, nº 1; a Defesa nº 1, de 25-08-35; e nº 79, de 03-04-37).
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A ÉPOCADe propriedade da Livraria Minerva, passou a circular em 5 de fevereiro de 1921, sob a direção de Ney de Lima Costa, um dos seus fundadores juntamente com João Batista de Oliveira Melo e Gervásio Araújo Annes. Entre os colaboradores estavam Herculano Araújo Annes e Walter Gastão Buttel. O chefe das oficinas era José Rodrigues da Costa. Folha semanal, no formato 38 x 55, com circulação às quintas-feiras. (A Época nº 3, de 17-02-21; nº 22, de 30-06-21; nº 53, de 05-02-22; e nº 54, de 09-02-22.) Quando A Época completou seu 1º aniversário, Gervásio Araújo Annes vendeu a Livraria Minerva à Antão Chagas, proprietário da Livraria ABC. O então diretor, Herculano Annes, foi mantido no cargo. O escritório da redação e gerência, que funcionava na Av. General Netto nº 7, foi transferido para a Rua Jacuhy (Rua Independência) nº 64 (A Época nº 53, de 05-02; e nº 58, de 09-03-22). Herculano Araújo Annes e Píndaro Annes adquiriram A Época em 1º de julho de 1923. O primeiro permaneceu na direção e o segundo assumiu a gerência do jornal. A sede do jornal, que vinha funcionando na Rua Independência nº 64, desde meados de 1922, mudou-se para a Rua Bento Gonçalves. Somente a partir de então A Época adotou o subtítulo “Jornal Independente” (A Época nº 118, de 15-07; e nº 121, de 05-08-23). Devido a um “desarranjo” em sua impressora, A Época diminuiu o formato para 33x48 a partir do nº 94, de 1º de dezembro de 1922, assim permanecendo até agosto ou setembro de 1923. Nesse ano, em junho, circulou aos sábados. No mês seguinte passou a circular aos domingos. Voltou a sair às quintas-feiras em meados de dezembro. Durante a Revolução de 1923, A Época não circulou regularmente no período em que a cidade esteve diretamente envolvida no conflito. De 28 de dezembro de 1922 (nº 98) a 1º de março de 1923 (nº 102), apenas 3 números foram publicados. O jornal mantinha o leitor informado a partir da coluna “Movimento Político” (A Época no 102, de 1º-03-23). Circulou até 21 de fevereiro de 1924, sendo extinto em razão da venda da tipografia a Antonio Bittencourt Azambuja (A Voz da Serra nº1, de 28-02-24). Alguns colaboradores da folha ao longo dos anos foram Renato Sá Brito, Francisco Antonino Xavier e Oliveira, Gabriel Bastos, J. J. Rocha, Manuel do Carmo, Fortunato Pimentel, Ernani Fornari, Raul Bopp, etc. Em 28 de fevereiro de 1924, substituindo A Época, reapareceu A Voz da Serra.
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A LUTAO jornal bi-semanário A Luta foi fundado em 7 de maio de 1931. O jornal independente teve como fundador e diretor Túlio Fontoura e como gerente Marcelino Rodrigues Braga. As edições eram publicadas às quartas-feiras e aos sábados, contando com 4 páginas impressas em um prelo Marinoni, na casa editora que se localizava na Av. General Neto, nº 583. Em fevereiro de 1932 foi transformado em “Órgão Republicano”, tendo como diretor da redação o advogado Rosauro Tavares e o gerente Ivo T. Porto. Em maio do mesmo ano, o jornal completou seu primeiro ano de circulação com uma festa no Glória Hotel. Criado em um contexto de rupturas e incertezas no âmbito da política nacional, o periódico A Luta, foi lançado como um veículo independente, cujos objetivos eram incentivar o desenvolvimento social, econômico e político de Passo Fundo e região, dedicam-se às causas “iluminadas pela luz da razão e do direito” – como ressalta a mensagem estampada em seu primeiro editorial. Naquele mesmo ano, Túlio participou da Revolução Constitucionalista. No mês de julho Túlio Fontoura e Rosauro Tavares foram presos e recolhidos às dependências do quartel do 8º R. I. Em 23 de dezembro de 1932, Túlio Fontoura foi preso novamente, sendo conduzido para Porto Alegre e de lá para o Rio de Janeiro, onde foi recolhido à Casa de Detenção. O jornal permaneceu circulando sob a direção interina de Marcelino Rodrigues Braga, o primeiro redator do jornal. Luiz Dorneles Pinto continuou na gerência. De “Órgão Republicano” passou para “Órgão da Frente Única da Serra”. A Luta deixou de circular em 7 de janeiro de 1933, após ser fechado pelo interventor Flores da Cunha.
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A VOZ DA SERRASurgiu em 1º de janeiro de 1916 como “Folha Independente”, com circulação aos sábados. De propriedade do capitão Jovino da Silva Freitas, a direção foi entregue a João Baptista de Oliveira Mello e a redação a Antonio Bittencourt Azambuja. Este se demitiu a 06 de setembro de 1916, oportunidade em que foi substituído por Francisco Antonino Xavier e Oliveira. Em 1917, A Voz da Serra passou a funcionar na Rua Moron nº 31. Tinha o formato 38 x 56 e quatro páginas. A partir de 02 de janeiro de 1918 passou a circular com o subtítulo Folha Republicana. Após o falecimento do capitão Jovino, assumiu a folha João Baptista Cúrio de Carvalho, que suspendeu a publicação d´A Voz da Serra em junho de 1921. Além do subtítulo “Folha Republicana”, vinham impressas no cabeçalho d`A Voz da Serra as legendas “O solo é a Pátria, cultivá-lo é engrandecê-la” e “Habilitai-vos nas linhas de tiro, para bem servir à Pátria”. Em 28 de fevereiro de 1924, substituindo A Época, reapareceu A Voz da Serra, dirigido pelo novo proprietário, Antonio Bittencout Azambuja, sendo redator João Junqueira Rocha.
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ANUÁRIO DM Revista anual de análise de perspectivas e de retro perspectivas do ano editado pelo jornal Diário da Manhã -
ANUÁRIO ON Revista anual de análise de perspectivas e de retro perspectivas do ano editada pelo jorna O Nacional -
BOLETIM DO HC Emitido pelo Hospital de Caridade para divulgação social -
BURDA Revista de moda -
REVISTA INSITUCIONAL CLUBE COMERCIAL Revista institucional da entidade, para divulgação de suas atividades sociais e espofrtivas -
CURVA 1 Informativo experimental sobre motociclismo da Região Planalto/Missões -
DIÁRIO DA TARDEFundado em 1945 por Carlos de Danilo Quadros. Órgão político do extinto Partido Social Democrático. Mais tarde foi transformado em vespertino anticomunista, de orientação católica, tendo ao seu lado, nessa luta memorável, a esposa do diretor, professora Marua Josephina Gonçalves Prado Quadros. A 12 de abril de 1945 Tulio Fontoura registrou mais um jornal, o Diário da Tarde, impresso nas mesmas oficinas do Diário da Manhã, na Rua Cel. Chicuta, esquina com a Rua Independência, e com sede na Rua Bento Gonçalves. O diretor era Adão Rodrigues Barcellos e o gerente Carlos de Danilo Quadros (Matrícula, Livro B, Nº 1). Túlio Fontoura transferiu a propriedade desse jornal a Carlos De Danilo Quadros, conforme averbação de 23 de novembro de 1947. Este acumulou a função de diretor pelo falecimento de Adão Rodrigues Barcellos, passando a gerência a José R. Algarve. No exemplar nº 626, ano III, de 18 de setembro de 1947, Carlos de Danilo Quadros e José R. Algarve já aparecem, respectivamente, como diretor e gerente. Na 6ª e última página estão consignados como proprietários Carlos de Danilo Quadros. Carlos de Danilo Quadros efetuou a venda do jornal a Antônio Augusto Sampaio Correa, também gerente. Na averbação nº 23, de 03 de fevereiro de 1949. Tulio Fontoura readquiriu o jornal, assumindo a direção Mario Sperry Cezar. Em dezembro de 1949, respondia pela redação Eroci Rodrigues.
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ESTRELLAS Fundado por Otavio de Oliveira Cruz em 1937 em Passo Fundo -
EXCELSIOR Orgão de conselho estudantil do Instituto Educaçãional -
FIGURINO Revistas de artes domésticas, bordados, costura -
GAZETAEm 25 de janeiro de 1925 surgiu o jornal Gazeta, “Órgão independente, noticioso e dos interesses locais”, fundado por Ney de Lima Costa, proprietário e diretor. A gerência foi entregue a José Rodrigues da Costa. De periodicidade irregular, formato 38x56 e quatro páginas, a Gazeta passou a semanário domingueiro a partir do nº 7, de 05 de abril de 1925. Impresso na Tipografia da Gazeta, logo depois a “casa editora” passou a ser a Livraria Minerva, adquirida por Ney de Lima Costa e instalada na General Netto, nº 20. Em junho do mesmo ano, devido ao falecimento do gerente, assumiu o cargo o diretor das oficinas, Waldomiro Soares, ex-funcionário do jornal Última Hora, de Porto Alegre. José Rodrigues da Costa havia dirigido os serviços tipográficos dos jornais O Periscopio, O Regimen e A Época (Gazeta no 6, de 1º-04-25; nº 7, de 05-04-25; nº 43, de 27-12-25; e ON nº 1, de 19-06-25). Exemplares de julho de 1926 indicam que o jornal voltara a ser semanário e dominical. O formato diminuiu para 28 x 38 e o número de páginas aumentou para 8. Waldomiro Soares figurava como gerente (Gazeta nº 85, de 11-07; e nº 87, de 25-07-26). O último exemplar da 1ª fase do jornal Gazeta foi o nº 88, de 1º de agosto de 1926: “Suspendeu publicação circulando domingo seu último número o semanário local ‘GAZETA’, que obedecia a direção do dr. Ney de Lima Costa. Essa folha foi vendida para o sr. João Carlos de Araújo e Silva devendo aparecer em Carazinho sob a direção desse último senhor. O dr. Ney de Lima Costa, segundo diz em seu artigo de redação, pretende dotar brevemente esta cidade com um jornal diário, se forem favoráveis as negociações que entabulou a respeito com um conhecido jornalista rio-grandense.” (ON nº 118, de 04-08-26.) Em 1928, ainda no ano II, reapareceu em Passo Fundo sob a direção do proprietário João Carlos de Araújo e Silva e ostentando o subtítulo “Órgão Republicano”. Em junho do mesmo ano a gerência estava confiada a João Bueno. Como semanário, com quatro páginas, circulava aos sábados. Em setembro de 1928, depois de completar mais um aniversário, a Gazeta alterou a numeração, recomeçando pelo nº 1. No mês seguinte o jornal já havia passado a bi-semanário, circulando aos sábados e às quartas-feiras. A partir do nº 3, de 03 de outubro de 1928, acrescentou um suplemento às quartas-feiras dedicado ao comércio, à indústria e às profissões. O gerente era Tulio Fontoura e a redação, gerência e oficinas funcionavam na Rua General Osório nº 22. Em dezembro de 1928, Frederico Cúrio de Carvalho assumiu a redação da Gazeta. Tulio Fontoura permanecia na gerência e Celso da Cunha Fiori, Victor Graeff e Legendre Chagas figuravam no corpo de colaboradores. Como oficiais gráficos da oficina, Euclydes Moreira, Chrispim Costa, José Gomide e Santanna Silveira; impressor, Vicente Mendes; e encarregado do expediente, inclusive serviço de cobrança e agência de praça, Olegario Pedrozo (Gazeta nº 25, de 29-12-28; nº 48, de 28-03; e nº 75, de 07-09-29). Frederico Cúrio de Carvalho demitiu-se em abril de 1929. No mês seguinte, a fim de dedicar-se exclusivamente aos seus interesses particulares, Tulio Fontoura deixou definitivamente a gerência do jornal (Gazeta nº 59, de 18-05-29). Em novembro de 1929, a redação e a administração da Gazeta passaram a funcionar na Av. Brasil nº 135 e as oficinas na Rua Silva Jardim nº 19 (Gazeta nº 83, de 06-11-29). No ano de 1929 a numeração do jornal não foi alterada por ocasião do aniversário, retornando ao nº 1 em 1º de janeiro de 1930. Em maio do mesmo ano a redação estava na Av. Brasil nº 1.244 e as oficinas na Rua Moron nº 1826. A Gazeta encerrou suas atividades em 1930.
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O CHARRUAO Cidadão, de Celso Carlos Meneghini, que depois foi parceiro de Júlio Pacheco na publicação em formato standard do Jornal da Cidade. Em 28 de janeiro de 2003, passa a circular com o subtítulo: O Jornal que o Povo Lê.
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O GAÚCHOSurgiu a 11 de março de 1899. Órgão do Partido Republicano, tinha como redator político Gervasio Lucas Annes e gerente Claro Pereira Gomes. Funcionava na Rua do Comércio, no edifício do Clube Amor à Instrução. Formato: 37 x 53. 4 páginas. Impresso no prelo de O Echo da Verdade. As condições de assinatura eram as seguintes: Ano 10$000; semestre 6$000. Fora da cidade: ano 12$000; semestre 7$000. Número avulso 300 réis; atrasado 400 réis. A numeração retornava ao nº 1 a cada início de ano. Foi suspenso em princípios de 1901. Reapareceu em 1905, sendo extinto em 1920. No início do mês de abril de 1911 passou a exercer a gerência Jacintho Pereira Gomes (Nº 13, de 06-04-11). Em junho assumiu a direção o advogado José Dario de Vasconcellos, ex-juiz da comarca. (Nº 24, de 22-06-11.) Em agosto do mesmo ano o diretor-proprietário era Francisco Antonino Xavier e Oliveira (Nº 31, de 17-08-11). Antonino Xavier, utilizando-se do pseudônimo de Japy, colaborou com O Gaúcho desde o primeiro número, quando estreou a coluna “Amolando...” (Nº 32, de 24-08-11). Em 1912, Nicolau Araújo Vergueiro e Jovino da Silva Freitas figuraram, com realce, entre os artífices do jornal. Em novembro de 1913 a direção d´O Gaúcho já estava a cargo de Brasílico Gabriel de Oliveira Lima e a gerência de Claro Pereira Gomes (Nº 46, de 23-11-13). Em 1914 o cel. Gervasio Lucas Annes aparece como chefe da redação. Devido ao “crescente acolhimento”, aumentou para cinco o número de páginas (Nº 09, de 22-03-14). Semanário, depois de circular algum tempo às quintas-feiras (1911) e aos sábados (1912), voltou a circular aos domingos. Brasílico Lima afastou-se da direção do jornal, sendo substituído por Renato Sá Britto, nomeado pela comissão executiva. Assim que ocorreu a cisão na Executiva do Partido, em 1917, O Gaúcho alterou o subtítulo para “Órgão Republicano”, acrescentando a data da fundação: 11 de março de 1899. Com a cisão entre Nicolau Araújo Vergueiro e Pedro Lopes de Oliveira, o jornal permaneceu nas mãos dos “lolicistas”. Pela facção contrária foi criado outro jornal, chamado O Regimen. João Baptista Cúrio de Carvalho liderou na imprensa, por meio do jornal A Voz da Serra, a campanha do dr. Vergueiro à Intendência. O Gaúcho, novamente dirigido pelo major Brasílico Lima, defendia a reeleição do cel. Pedro Lopes de Oliveira. A disputa política monopolizou o noticiário até 1920, ano das eleições. Em outubro de 1920, O Gaúcho já havia encerrado suas atividades (A Voz da Serra Nº 230, de 16-10-20).
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O NACIONALJornal
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O PALCOPossivelmente fundado em 1º de agosto de 1899. Foi órgão literário do Grêmio Dramático Passofundense e publicou a vivência literária de jovens e adultos voltados para o beletrismo e encenação de peças teatrais. Esse órgão não chegou a alcançar o ano de 1900 Diretor-Presidente: Francisco Antônio Xavier e Oliveira; Presidente, secretário e tesoureiro do Conselho Econômico: Lucas de Araújo Oliveira, Afonso Lima e Armando Annes. Era uma folha quinzenal, de 4 páginas; Formato: 34 x 23; Assinatura: 6$000 (anual) e 4$000 (semestral). O número 4 saiu em 15 de setembro de 1899.e o jornal terminou no mesmo ano. Contava com diversos colaboradores, todos com pseudônimo. O quarto jornal de Passo Fundo foi O PALCO.
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O POPULARO jornal O Popular teve como proprietário Maximino Alves Filho e colaboradores “diversos”. Fundado provavelmente em 1913, com publicação semanal, às quintas-feiras, em quatro páginas, no tamanho 28 x 37,5.
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REVISTA INSITUCIONAL vagoRevista de divulgação institucional do Clube Comercial
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REVISTA INSITUCIONAL UPF Revista de divulgação institucional da Universidade de Passo Fundo -
REVISTA INSITUCIONAL RS Revista de divulgação oportunidades no Rio Grande do Sul -
REVISTA EM QUADRINHOS Coleção formada por histórias em quadrinhos, também denominadas HQs, gibis, revistas em quadrinhos ou álbuns gráficos. As Revistas são constituídas por narrativas visuais sequenciais que articulam imagens, textos e outros recursos gráficos dispostos em quadros. Apresentam-se em diferentes suportes e formatos, como revistas periódicas, livros, álbuns, fascículos ou tiras compiladas, e abrangem produções autorais ou seriadas, de caráter ficcional, documental, humorístico, educativo ou histórico. -
REVISTA INSITUCIONAL PM Revista da Prefeitura Municipal de análise de perspectivas sobre a cidade -
VANGUARDAO primeiro número foi lançado a 24 de junho de 1933, no formato 33 x 48, com 4 páginas e mais um suplemento. Fundado por Ney de Lima Costa, Vanguarda era um “Órgão Político”, filiado ao Partido Republicano Liberal (PRL). Dirigido pelo proprietário e fundador, tinha como gerente Marcelino Rodrigues Braga. A redação, gerência e oficinas localizavam-se na Av. General Osório, 924. Saía aos sábados. Com a morte de Ney de Lima Costa, a 21 de julho de 1933, a direção passou a ser exercida interinamente pelo gerente. Em outubro daquele ano o jornal estava circulando às quintas-feiras. (Vanguarda nº 1, de 24-06; nº 11, de 19-08; e nº 23, de 19-10-33.)




